Turma da Mônica e as faces do Brasil

Peça infanto-juvenil traz a valorização da cultura nacional por meio do questionamento “O que é Diversidade Cultural?”

Uma excursão pelo mundo da imaginação. Em comemoração aos 60 anos de realizações da Maurício de Souza Produções, o Circo Turma da Mônica promove o espetáculo “Brasilis”, de 5 a 27 de outubro, no teatro Bradesco. Por meio dos famosos personagens das criações do cartunista, a peça exalta as riquezas e diversidades do Brasil.

O espetáculo foi marcado por uma grande variedade de cenários, entre eles a casa da Vó Dita, onde a história se desenvolve – Foto: Luma Keily

Indígenas, negros e europeus. A história das origens do país é contada pela figura da vó Dita, interpretada por Fafy Siqueira. A atriz relata que se sentiu maravilhada com a oportunidade de protagonizar uma personagem simbólica nas histórias do Chico Bento.

“Eu não pensei duas vezes quando surgiu
o convite. Tudo me encantou.”

– Fafy Siqueira

Para aprender de forma divertida sobre o que é a diversidade cultural, a exibição brinca com as cores por meio de jogos de luzes e efeitos especiais, além de trazer um grande elenco de bailarinos e artistas circenses. “Estou confiante de que o amor de toda a equipe por este projeto poderá transformar vidas”, destacou Mauro Sousa, responsável pela direção e produção geral do evento.

“Falar sobre diversidade cultural hoje, para mim, é um gesto de representatividade e também, um ato de coragem”

– Mauro Sousa

Com o objetivo de preservar a cultura indígena, a peça deu destaque aos rituais indígenas – Foto: Luma Keily

Para a professora Marcele Dantas, a Turma da Mônica representa uma introdução ao universo dos livros. “É o primeiro gibizinho, o primeiro contato com a leitura”, relata. Foi essa inserção no ambiente da arte e da cultura que motivou Rafael Viegas, gerente de banco, a levar o filho Benjamim à apresentação. Para ele, além da imersão em projetos culturais, a experiência também remete fortemente à infância. “Eu li os quadrinhos”, afirma.

O orgulho de ser brasileiro e a vontade de educar e disseminar a cultura nacional. Segundo Maurício de Souza, essas foram algumas das motivações que definiram o formato da superprodução. “O que me interessa é contar uma boa história, que possa divertir e porque não, ajudar na educação e na cultura do país de alguma forma”, revelou o escritor. Na sessão, o folclore é representado pelos contos do Curupira, Yara e Saci Pererê; a música, através do samba, do frevo e da capoeira; e a comida, por meio da feijoada e do bolo de fubá.

“Como é bom ser brasileiro”

– Cascão

Confira um trecho do espetáculo “Brasilis” representando a colonização do Brasil pelos portugueses:

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Luma Keily – 2º Período | Jornalismo

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