Como será a Geração do Amanhã?

Evento debateu os rumos para tornar o planeta um lugar melhor

O Museu do Amanhã recebeu no último sábado (14), o festival Geração do Amanhã, uma iniciativa do grupo Globo, que pretende debater os rumos da preservação do meio ambiente e o legado que a sociedade pode deixar para o futuro. Durante o evento ocorreram palestras, que tiveram como base as 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) propostas pela ONU para serem adotadas por 193 países até 2030.

A cerimônia de abertura foi anunciada pela diretora de responsabilidade social da Globo, Beatriz Azeredo que falou sobre o momento atual do Brasil e como surgiu a ideia de montar o evento. “Estamos trabalhando a muito tempo com esse tema da preservação ambiental, mas do que isso, do crescimento sustentável. Quando a ONU lançou os ODS, a gente se uniu a esse esforço de popularizar o que é essa sigla e o que ela significa”, comentou.

A organizadora do evento Beatriz Azeredo comenta como surgiu a ideia do Festival Geração do Amanhã – Foto: Lucas Souza

A Jornalista Sônia Bridi, que mediou a primeira palestra do dia, debateu o derretimento das geleiras polares, falou sobre a importância de levar essas informações para a população e qual mensagem será levada para o futuro. “Eu acho que a primeira coisa que as pessoas vão levar é a informação. Conhecimento é uma coisa muito transformadora, quando as pessoas entendem a situação, passam a agir, a lutar pelas mudanças, transformam seus hábitos de consumo e a sua relação com a comunidade”, disse.

A Jornalista Sônia Bridi participa de ação da ONG SOS Mata Atlântica – Foto: Lucas Souza

Umas das principais ODS debatidas foi a número 16 “Paz, Justiça e instituições eficazes” que propõe a discussão de uma sociedade mais igualitária. Em um debate intitulado “Convença-me se for capaz: seremos uma sociedade justa? ” que contou com a participação dos jornalistas Pedro Bial e Miriam Leitão, foram levantados assuntos como o racismo, sistema prisional, legalização das drogas e a segurança pública. “Precisamos levantar a questão da informação, precisamos ter informações objetivas. A gente pode estar em momento em que cada um está triste mas continuaremos nos esforçando, não vamos desistir”, afirma Miriam Leitão.

Lucas Souza – 2° Período | Jornalismo

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