Uma visão alternativa e positiva de mudar o futuro

“Olhar para o todo” é tema da terceira edição do ColaborAmerica

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Área de lazer do ColaborAmerica 2018 – Foto: Amanda Almeida

Imagine um local capaz de reunir diversas pessoas, cada uma com sua singularidade, mas todos com o objetivo de fazer do mundo um lugar melhor. O ColaborAmerica 2018 recebeu mais de três mil pessoas por dia e 120 palestrantes de mais de dezessete países.  Dividido em quatro pilares: Cultura, Tecnologia, Economia e Autoconhecimento, o festival ocorreu nos dias 9 e 10 de novembro, na Fundição Progresso, Lapa. Com um público variado, a programação contou com atividades como palestras, oficinas, músicas, mesa redonda e muitos outros.

O evento é estruturado de forma com que todos os ambientes se complementem. A equipe Hólos se tornou responsável pela área do Autoconhecimento, para despertar a consciência do impacto que o ser humano pode causar no mundo, por meio de conversas e oficinas. A produtora Renata Soares fala da importância de se conhecer para entender o lugar que ocupa na sociedade e assim compreender o próximo. “Antes de tomar qualquer decisão, a gente precisa olhar para essas possibilidades de uma forma coletiva”, relata.

Todos na Terra estão conectados. Durante a dinâmica “Colaboração: Um Processo de Si Mesmo para o Todo”, instruída por Liz Barbuto, terapeuta ocupacional especialista em desenvolvimento humano, foi utilizado o método Dragon Dreaming – filosofia e método para criar projetos colaborativos – para estimular as pessoas ao crescimento pessoal e atuarem em conjunto. “Sou pequeno e grande ao mesmo tempo. Sou pequeno no meu universo, mas posso ser grande no impacto”, diz.

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Introdução da oficina “Colaboração: um processo de si mesmo pra o todo” pela terapeuta Liz Barbuto – Foto: Amanda Almeida

O conceito de trabalho em conjunto pode parecer utópico, mas para o designer Amon Costa, dono de duas empresas sustentáveis, a evolução do evento contribui para que as ideias entrem de forma definitiva no mercado. “Olhar para o todo é também incluir uma camada da população que não faz parte de discussões como economias colaborativas, economias criativas e sustentabilidade”, comenta.

Conhecido por ser o maior festival da América Latina de Culturas Colaborativas e Novas Economias, os projetos demonstrados utilizam meios alternativos que mostram ser possível e necessário a reestruturação do mundo para uma melhor qualidade na vida de todos.

Amanda Almeida de Oliveira – 4º período

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