A desmistificação de viajar para o exterior

Feira de Intercâmbio promove stands e palestras para os cariocas

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A feira de intercâmbio voltada para o Canadá esteve presente no hotel Hilton em Copacabana. Foto: Isabelle Amancio

Desde dominar uma nova língua até embarcar em um novo país com costumes diferentes, o estudante que busca viajar para fora, precisa pesquisar bem antes. Por esse motivo, as feiras de intercâmbios possuem o objetivo de esclarecer possíveis dúvidas sobre conhecer uma outra cultura. A EduCanadá reuniu na última quarta-feira (26/09), em um hotel, em Copacabana, seminários e mais de 15 stands de universidades canadenses para os cariocas que desejam estudar ou morar fora do Brasil.

Eventos desse porte permitem aos visitantes conhecerem melhor as opções de curso. “A ideia é trazer essa oportunidade para os estudantes conversarem com a universidade cara a cara sem intermediários, colher todas as informações e tomar, no final das contas, a melhor decisão”, afirma Carlos Ronchetti, um dos organizadores. Além disso, as experiências que o aluno encontra ‘ lá fora’, acabam sendo necessárias na hora de apresentar o currículo em uma empresa, como explica a Vice-Cônsul do Canadá, no Rio, Raphaelle Lapierre-Houssian. “A chance de ter outros tipos de experiências em um país que é diferente do seu, possibilita um diferencial dentro do mercado de trabalho”.

Detalhes como visto, passaporte, e histórico escolar também são importantes no momento de se inscrever para uma universidade. Ao todo, O Canadá possui mais de dez províncias tanto em Vancouver e em Toronto, das quais dispõem yde repúblicas e universidades públicas que os brasileiros podem ganhar bolsas de estudos. Uma delas é a Mohawk International, com uma média de 90 programas voltados para o desenvolvimento dos universitários. “Além do estágio que a universidade pode proporcionar, o estudante conhece como funciona a indústria canadense, tem outra visão de mundo”, afirma Ricardo Rivera, representante da Mohawk.

O domínio da língua inglesa também é um fato primordial na hora da avaliação do intercambista. A jornalista e representante da escola internacional Heartland, Paula Tadros, ressalta que não basta se virar é preciso ter um bom conhecimento do inglês para se sentir seguro no país. “O inglês, cada vez mais, tem se tornado quase uma língua oficial, tanto nas escolas e como nas universidades e mercado profissional”.

A graduada em Cinema, Ana Luíza Albacete está pela quinta vez em exposições como essa, ela já possuí uma ideia na cabeça: morar fora do Brasil um dia. Passou 40 dias no Canadá, onde pôde ter uma melhor experiência. “A diferença é absurda. Tanto na parte da segurança, como nos eventos culturais que acontecem nas cidades. Você coloca o pé na calçada e tem uma galeria de arte. É um respeito à cidadania”.y

As vantagens em passar uma temporada no Canadá não param por aí. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Global Nation Brands, em 2015, o país é considerado um dois mais acolhedores para se morar. Além disso, está no ranking entre um dos melhores em emprego de alunos que já são graduados. Ricardo Rivera, representante da Mohawk aconselha: “Nada é impossível. Siga seus sonhos, isso vai requerer muito trabalho duro, porque se fosse fácil, todo mundo estaria fazendo”, conclui.

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Estudantes de diferentes idades movimentaram as 15 stands espalhadas pelo andar do hotel. Foto: Isabelle Amancio

Isabelle Amancio – 6° período

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