Maior evento Geek se despede do Rio de Janeiro

Diversão, cultura, lazer e o mundo dos passatempos animados em um só lugar

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Foto: Karina Figueiredo

Feira nerd movimentou a Zona Oeste. O Geek & Game Rio Festival reuniu milhares de pessoas no último fim de semana no Riocentro. O evento ofereceu aos visitantes o contato com o universo dos jogos e distribuiu em um pavilhão, os espaços para mesas de competição, workshops e áreas dedicadas aos fãs. A cultura nerd marcou presença com artistas independentes, diversos food trucks e cosplayers.  

E as fantasias dos personagens chamaram a atenção do público infantojuvenil. Esse foi o caso de Vitor Costa, 14 anos. “Eu gosto de animes e do concurso de fantasias”. Ele participou pela primeira vez  e pretende voltar na próxima edição. A cosplayer Luana Mello caracterizada de InuYasha figura conhecida no mangá, sentiu-se realizada ao poder atuar. “Estou participando pela primeira vez e essa organização tem uma boa estrutura”, declarou a profissional da modalidade artística.

A pluralidade de intérpretes cativou até as famílias durante as apresentações. O Engenheiro Douglas Souza, morador de Volta Redonda, levou o filho Miguel de apenas 5 anos para conhecer as figuras do desenho animado. “Quero ver o Pokemón, Dragon Boll Z e voltar no outro dia”, disse Miguel entusiasmando com o passeio. A dona de casa Paloma Lopes também ficou animada ao entrar no local.“Conheço algumas coisas e tenho interesse pela diversidade dos games”, confessou.

Ela e o irmão Logan Mercês ficaram satisfeitos com a experiência. “Está fabuloso e do jeito que eu esperava”, opinou o jovem. Do mesmo modo foi com os expositores que tiveram as expectativas alcançadas.“Apostamos na variedade de produtos o que contribuiu bastante para as vendas”, explicou Thiago Magalhães, dono de uma loja de artigos colecionáveis. O coordenador acadêmico de um escola de games Rogério Félix, considera a chance que recebeu como positiva.

Isso porque a instituição pôde montar uma  infraestrutura no pavilhão voltada para a imersão digital. “Nós ensinamos a criar e a estar dentro da realidade virtual”, esclareceu Rogério. Ele informou que o modelo utilizado é baseado para entender e acompanhar o mercado que está em crescimento no país, mas ainda carece de mão de obra que tenha conhecimento sobre a técnica. “Essa vertente deixa claro o que ensinamos e o que precisamos entender sobre o comércio dos Games”. Depois de três dias dedicados a cultura nerd é hora de dizer tchau e esperar pela edição de 2019.

Karina Figueiredo, 5º período

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