Ação social além das salas de aula

Cursos realizados aos sábados, em parceria com Conselho Regional de Contabilidade, incentivou visita ao Lar Maria de Lourdes no mês de maio

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Curso sobre Planejamento Tributário realizado no sábado, (10/06), na UVA. Foto: Leo Quadra

O mês de maio foi marcado pela solidariedade no Lar Maria de Lourdes. A instituição que cuida de trinta e quatro, sendo crianças, adolescentes e adultos com deficiências, recebeu no dia 25 de maio desse ano, a visita de alguns professores da Universidade Veiga de Almeida, da Barra da Tijuca. O objetivo foi expandir essas práticas sociais além das salas de aula.

A origem desse projeto foi por meio das aulas realizadas aos sábados, pela coordenadora de Administração e Ciências Contábeis, Lorena Berolla, em parceria com o CRC (Conselho Regional de Contabilidade). São cursos de áreas de conhecimento, como tributária e fiscal, entretanto, não se restringe apenas a alunos de Direito ou Administração, qualquer pessoa pode se inscrever.

Por apresentar um valor de investimento maior, a faculdade oferece esses mesmos cursos com o valor de uma doação. Isso estimulou os noventa e um inscritos, no dia 06 de maio, a arrecadarem cerca de 120 kg de alimentos e produtos de higiene pessoal para o Lar Maria de Lourdes. Uma vez que não recebem muita ajuda governamental, já que o Estado auxilia até os 18 anos, são imprescindíveis essas doações vindas de fora.

O gerente do Lar, Cláudio Alves, admite receber bastantes mantimentos de visitantes, porém não é o suficiente. “Nossa maior dificuldade é manter o abrigo com as doações e o financeiro, pois nossas crianças e adultos possuem uma rotina diária delicada”. Por isso é importante saber o que eles necessitam antes de fazer qualquer tipo de doação, como afirma Leo Quadra, professor de Administração e Ciências Contábeis.

Além dessas contribuições, muitos jovens são voluntários no abrigo no fim de semana. Claudio reconhece que essas visitas estimulam o exercício da caridade. Da mesma forma, o professor da UVA, Antonio Sobrinho, confirma que essas vivências com as pessoas com deficiência intelectual e física geram um aprendizado. “É com certeza uma experiência ímpar e comovente”.

Uma das cenas que também sensibilizaram Lorena foi quando encontrou uma mulher de 29 anos com hidrocefalia. “Ela mexeu muito comigo, porque como sou religiosa, me fez questionar tudo, reavaliar minhas posturas diante do mundo”. A coordenadora também acredita que essas pessoas possuem uma missão de fazer a diferença no modo de vida de todos. “Isso traz um sentido maior para mim, pois me motiva a fazer essas idas”.

Isabelle Amancio, 3° período.

Ana Carolina Marinho, 3° período.

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