(Imagem Retirada do portal eleitoral do do PCO)

Luan Monteiro, aos 30 anos, é candidato a governador do Rio, concorrendo pelo partido da causa operária(PCO), Nascido em 5 de agosto de 1996, no Rio de Janeiro, 

Segundo o partido, a trajetória política de Luan está ligada à militância e à atuação em movimentos políticos. Ele participou de atos como a liberdade do Lula e Fora Bolsonaro. Também acompanhou mobilizações de trabalhadores, como a greve dos garis do Rio de Janeiro e movimentos de operários da CSN, em Volta Redonda.

a primeira candidatura de luan ocorreu em 2020, quando foi candidato a vereador do Rio de Janeiro pelo PCO, Em 2022, disputou uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pelo PCO e Em 2024, Luan voltou a disputar uma vaga na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Pelo PCO e agora na sua 4 eleição como governador do rio,pelo PCO.

“Espero que, além de prometer, os candidatos mostrem como pretendem colocar suas ideias em prática”, aponta Jamille Dellacorte, entrevistada pela Agência Uva Barra. Ela diz que espera que espera que os candidatos apresentem propostas viáveis e que sejam transparentes com a população, sem fazer promessas vazias e realmente cumprindo suas propostas. 

“Acho que saúde, educação e segurança são as questões que mais precisam de atenção”, afirma a eleitora. Jamille considera que esses tópicos são subsidiados pelo governo do estado e observa que as políticas públicas do próximo mandato devem focar nessas áreas, pois ela sente que esses quesitos afetam o estado do Rio de Janeiro como um todo.

Planos De Governo

Economia  

  • Reposição integral de 100% das perdas salariais
  •  aumento emergencial de 50% de todos os salários 
  • Escala móvel dos salários diante da escalada da inflação
  • aumento automático toda vez que o custo de vida do trabalhador subir 3% 
  •  Salário mínimo vital suficiente para atender às necessidades do trabalhador e de sua família (que hoje não poderia ser menor que R$7.500) deliberado pelas organizações operárias 
  •  Auxílio emergencial de verdade, Bolsa Família de pelo menos um salário mínimo, enquanto durar a situação de caos atual 
  •  Anulação de todas as dívidas dos trabalhadores com o sistema financeiro. 

Reduzir a jornada e acabar com o desemprego 

  • . • Redução da jornada de trabalho para o máximo de 7 horas por dia, 5 dias por semana (35 horas semanais)
  •  trabalhar menos para que todos trabalhem 
  • Proibição das demissões; ocupação e controle dos trabalhadores sobre as empresas que demitam ou ameacem fechar 
  • Salário-desemprego igual ao último salário recebido para todos os trabalhadores demitidos 
  •  Proibição de despejos e cortes de serviços essenciais (como água, luz, gás etc.) para todos os desempregados 
  • Passe livre nos transportes para desempregados e trabalhadores da economia informal. 

Revogar todas as “reformas” do golpe de 2016 

  • Cancelamento da “reforma” trabalhista, retorno e ampliação de toda a legislação de proteção dos trabalhadores 
  •  Em defesa das aposentadorias e pensões confiscadas com a reforma da Previdência 
  •  Revogar todas as “reformas” contra os trabalhadores da ativa e aposentados, em todos os níveis (federal, estadual e municipal)
  • Aposentadoria, no máximo, aos 25 anos de trabalho para as mulheres e 30 anos para os homens 
  •  Cobrança das dívidas das grandes empresas com a Previdência, se necessário, com a tomada do controle dessas empresas pelo Estado 
  •  Imposto sobre as grandes fortunas para garantir os recursos necessários para as aposentadorias e pensões
  •  Reajuste das aposentadorias e pensões, com reposição de 100% das perdas
  •   Fim dos privilégios de oficiais militares, juízes e familiares 
  •  Gestão dos trabalhadores sobre os fundos previdenciários. 

Cancelar as privatizações e a destruição da economia nacional

  • Unificar os trabalhadores das estatais para barrar com greves e ocupações as privatizações dos Correios, Petrobrás, CEF etc. 
  • Cancelamento de todas as privatizações realizadas (Eletrobrás, Vale, bancos, telefonia etc.) 
  • Nacionalização do petróleo, Petrobrás 100% estatal, sob o controle dos trabalhadores, com eleição de todos os seus postos de direção pelos trabalhadores 
  • Nacionalização e estatização, sem indenização, de todas as reservas minerais, refinarias etc. entregues aos tubarões internacionais 
  • Colocar a riqueza do petróleo a serviço das necessidades do povo brasileiro, destinando-a à saúde e educação públicas, construção de moradias populares, obras de infraestrutura etc. 
  • Redução imediata do preço dos combustíveis em 50%. Fim da política de paridade com o dólar 
  •  Não à entrega das terras raras: criação de empresa estatal que controle sua exploração, comandada pelos trabalhadores, para garantir o uso dessas riquezas em favor do povo. 

Fim da destruição dos serviços públicos e dos ataques ao funcionalismo

  •  Não ao fim da estabilidade dos servidores públicos 
  • Mais verbas para a saúde e educação e demais serviços essenciais 
  •  Fim do teto de gastos e da Lei de Responsabilidade Fiscal 
  • Abaixo o congelamento de gastos públicos decretado no governo Temer
  •   Contra as terceirizações; estabilidade imediata para todos os servidores contratados precariamente, com isonomia de direitos e salários 
  •  Pela realização de concursos públicos periódicos para repor o quadro de servidores. 

Reforma Agrária 

  • Assentamento imediato dos milhões de sem-terra acampados em todo o País 
  • Demarcação e posse da terra para todos os índios das retomadas; expulsão dos latifundiários que invadiram as terras dos índios 
  •  Ocupar o latifúndio para garantir terra para quem nela more e trabalhe, e a produção de alimentos para toda a classe trabalhadora 
  •  Punição dos latifundiários e outros responsáveis pelo assassinato dos trabalhadores e lideranças da luta pela terra 
  •  Direito de autodefesa e armamento para os trabalhadores do campo e índios 

Moradia

  •  Expropriação dos imóveis vagos dos especuladores do mercado imobiliário 
  •  Proibição de despejos e desocupações 
  • Elaboração de um plano nacional de construção de milhões de moradias populares, para garantir habitação digna para a população e gerar milhões de empregos, sob o controle dos trabalhadores. PROGRAMA D 

Educação

  • Abaixo a ditadura nas escolas e a perseguição aos professores e estudantes
  • eleição direta de todos os postos de gestão 
  • Mais verbas para a educação; verbas públicas somente para o ensino público 
  • Revogação de todas as “reformas” do regime golpista contra a educação e o ensino público 
  •  Fim dos vestibulares. Livre ingresso nas universidades 
  •  Piso salarial nacional dos professores de, pelo menos, R$8,5 mil 
  •  Escolas e Universidades sob o controle da comunidade escolar: eleição dos diretores e de todos os postos de direção nas escolas; governo tripartite (estudantes, professores e funcionários) nas Universidades 
  • Jornada de trabalho dos professores de no máximo 30 horas semanais 
  • Estatização do ensino pago 
  • Abaixo a censura; fim da proibição do uso de celulares nas escolas 

SAÚDE

  • Mais verbas para a saúde pública. Não pode haver limite nos gastos para salvar a vida do povo 
  • Plano de emergência para construção de hospitais e postos de saúde em todo o País 
  • Volta do programa Mais Médicos e validação imediata de todos os diplomas de médicos brasileiros e estrangeiros residentes no País 
  • Abertura imediata de centenas de cursos de medicina, enfermagem etc. com livre acesso (sem vestibular!) nas universidades públicas, para suprir a falta de profissionais 
  • Piso salarial de R$8 mil para os profissionais da saúde

Abaixo a repressão. Liberdade de expressão e direito de autodefesa 

  • Dissolução da polícia militar e de todo o aparato repressivo 
  • Direito de autodefesa dos trabalhadores da cidade e do campo 
  • Formar comitês de autodefesa dos trabalhadores da cidade, do campo e das comunidades de índios PROGRAMA DE LUTA · ELEIÇÕES 2026 
  •  Acabar com a ditadura do “PIG” (“Partido da Imprensa Golpista”): cancelamento da concessão da Rede Globo (e dos demais grandes meios de comunicação) por crimes contra o País. Estatização das empresas, sob o controle dos trabalhadores 
  •  Fim de todo tipo de censura, liberdade irrestrita de expressão, na imprensa, na Internet, nas ruas etc. Abaixo a “Lei Felca” 
  •  Quebra do monopólio na Internet pelas grandes empresas privadas de telecomunicações. Internet gratuita para toda a população 
  • Liberdade irrestrita de expressão; abaixo a censura. 

Fim da ditadura dos bancos e da expropriação do povo 

  • Imediata redução das taxas de juros
  •  Estatização do sistema financeiro; banco estatal único sob o controle dos trabalhadores 
  •  Fim da “independência” do Banco Central 
  •  Cancelamento das dívidas externa e interna com os bancos e grandes credores 
  •  Fim dos impostos sobre o consumo e os salários.
  •  Imposto somente sobre os ganhos dos capitalistas e grandes fortunas. 

Abaixo a ditadura do Judiciário e fim do regime antidemocrático 

  • Direito irrestrito de greve, contra todo tipo de intervenção do Estado nos sindicatos 
  • Liberdade total de organização política e partidária. Partidos sob o exclusivo controle dos seus filiados; cancelamento das leis restritivas (“ficha limpa”, “cláusula de barreira” etc.) 
  •  Acabar com a ditadura do Judiciário, que atua acima dos demais poderes e pisoteia a vontade popular e a Constituição 
  •  Fim do Supremo Tribunal Federal (STF); eleição de todos os juízes e procuradores pelo voto popular e com mandatos revogáveis. 

Fora o imperialismo da Amazônia e da América Latina 

  • Não à internacionalização da Amazônia e a toda a política de ingerência do imperialismo na região 
  • Defesa da soberania e da unidade nacional, com o controle das organizações populares e dos índios sobre as riquezas do território amazônico e da sua exploração em benefício do povo 
  • Em defesa de Cuba, Nicarágua e Venezuela. Todo apoio à luta do povo boliviano contra o regime ditatorial. Abaixo a ingerência dos EUA e da OEA, fora o imperialismo da América Latina. 

Em defesa do futebol, do carnaval e de todas as manifestações da cultura popular 

  • Contra a política da direita de atacar sistematicamente todas as manifestações culturais do povo, como o carnaval, o samba e o futebol, garantir os recursos públicos necessários para o acesso à cultura e ao esporte, pondo fim aos monopólios do setor 
  • Fim da perseguição às torcidas organizadas. Controle dos clubes pelos torcedores e pelos trabalhadores do setor 
  •  Pesados investimentos na cultura popular, patrocínio público das festas populares, sob o controle das organizações populares e dos trabalhadores do setor. 

Abaixo a política de conciliação. 

  •  Nenhum apoio aos golpistas e neoliberais. Abaixo a política de conciliação. Ruptura da aliança com os partidos golpistas e inimigos das reivindicações dos trabalhadores 
  •  Defender os povos que se levantam em todo o mundo contra o imperialismo, de armas nas mãos e pelos meios que sejam necessários, como a Palestina, o Irã e a Rússia 
  •  Por um governo das organizações operárias e camponesas, sem patrões e sem golpistas 

(informações retiradas do site do TSE)

Caio Aller – 6º Período

Carolina Pimentel – 5º Período

Deixe um comentário

Tendência