A Geração Z, formada por jovens nascidos entre o fim dos anos 1990 e meados da década de 2010, cresceu em meio as telas e conexões constantes. Fazendo que as redes sociais moldassem o comportamento, valores e até a autoestima desses jovens. Tendências como a estética clean girl, as rotinas de alta e os vídeos de glow up, criam padrões idealizados que nem sempre correspondem à realidade.
Esse ambiente de comparação constante tem impacto direto na saúde mental. Segundo pesquisa do Datafolha (2023), 67% dos jovens brasileiros entre 16 e 24 anos afirmam que as redes sociais aumentam a pressão para se encaixar em determinados padrões. O IBGE, por meio da PNAD Contínua de 2024, aponta ainda que mais de 80% dos brasileiros de 14 anos ou mais estão conectados diariamente, o que intensifica a exposição a essas tendências.
Os efeitos não são apenas emocionais, mas também físicos. Estudos de 2024 da Organização Mundial da Saúde, mostram que o uso excessivo das redes pode estar associado a sintomas de ansiedade, baixa autoestima e distorção da autoimagem.
Em uma conversa para o podcast Lugar de Fala, jovens da Geração Z contam as vivências sobre como o consumo de redes sociais influenciou sua forma de se enxergar e se relacionar com o mundo. Para contextualizar, a psicóloga clínica Ana Karolina Mattos de Almeida explica os efeitos do uso intenso das redes.
O programa mostra que os impactos digitais não ficam apenas no mundo online, atravessam a mente, o corpo e o cotidiano de quem consome.
Equipe Lugar de Fala:
Maria Eduarda de Souza
Thais Andrielle
Maria Sofia Magalhães
Equipe Agência UVA Barra:
Duda Nicolich – 2º Período
Carolina Alves – 4º Período






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