O evento concluiu com uma série de workshops interativos, palestras inspiradoras e oportunidades de networking, o que colabora para o desenvolvimento de ideias futuras

A palestra “Olimpíadas na Globo: O Melhor de Nós” que reuniu nomes da emissora, como Renato Ribeiro, diretor de conteúdo do esporte, a jornalista Natália Lara, e Fernando Alonso, diretor de plataforma pós-produção e design, eles compartilharam o impacto e os desafios na cobertura esportiva das Olimpíadas de Paris 2024, que conectou o Brasil ao evento global por meio de tecnologia. A Globo construiu uma réplica detalhada da cidade de Paris, de uma vista da Torre Eiffel utilizando fotogrametria de satélites e simulando elementos como iluminação, movimento de barcos e aviões, e as mudanças atmosféricas que ocorreriam ao longo dos dias dos jogos. O objetivo era proporcionar uma experiência imersiva para quem assistia em casa, trazendo o público brasileiro para dentro da cidade que sediava a competição. Por meio de uma equipe que estudou profundamente a cultura e os elementos de Paris, buscando transportar os telespectadores para dentro da cidade, recriando uma atmosfera que os fizesse sentir como se estivessem vivenciando os Jogos Olímpicos diretamente da capital francesa.

Imagem/Reprodução: Divulgação
A presença de Xuxa Meneghel, Zezé motta e Luiza Brunet que lotaram a Plenária tinha como tema “Resiliência Feminina: Vencendo Desafios e Inspirando Mudanças”, mediada pela jornalista e apresentadora Juliana Sana, elas compartilharam histórias de superação e momentos sensíveis de suas trajetórias. As artistas, que se destacam na mídia e na sociedade, discutiram como enfrentaram e venceram desafios ao longo de suas carreiras e como suas experiências têm inspirado outras mulheres.
O debate destacou a importância da força coletiva e individual das mulheres, abordando temas como a disciplina, que de forma unânime decidiram que seria a palavra para definir suas jornadas de vida. Conversaram sobre a conciliação entre carreira e maternidade, a luta pela superação pessoal e profissional e reforçando que devemos sempre entregar o nosso melhor em nossas jornadas e abraçar causas sociais voltadas para o empoderamento feminino.



A entrevista com Mari Maria, conduzida por Deny Peres no espaço Luxo Contemporâneo que ofereceu uma visão sobre a crescente tendência de influenciadoras que se tornam empreendedoras. A empresária Mari Maria, uma referência no mundo da beleza no Brasil, utiliza sua posição nas redes sociais para criar e administrar sua própria marca com seguidores engajados. Deny destacou como a trajetória de Mari conta tanto as vantagens quanto os desafios desse fenômeno, oferecendo insights sobre a construção e manutenção de comunidades digitais. A jornalista Deny nos conta em entrevista sua satisfação em nos compartilhar esse conteúdo “fico muito feliz de poder compartilhar esse tipo de conteúdo. Esse painel a gente quis trazer um pouco sobre essa realidade que é uma tendência mundial de influenciadoras que viraram-se, ou seja, têm as suas próprias marcas, têm as suas próprias empresas e a gente compartilhou hoje aqui um pouquinho dessa trajetória.” afirma Deny.


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O painel sobre “Liderança Negra e Inclusão” reuniu quatro mulheres do mercado corporativo para discutir o impacto das lideranças pretas na inovação e na transformação cultural das empresas e reflexões sobre a ancestralidade. Dentre elas a CEO da Espiral Soluções Socioculturais Ingrid Reis, a sócia fundadora da Preta Porter Taís Baptista, a Comunicóloga Katiúcha Watuze e a Diretora de Comunidade na OIA Thalita Pereira. As palestrantes ocupantes de posições de destaque compartilharam suas experiências pessoais e profissionais, ressaltando como a presença de lideranças negras tem sido importante para impulsionar a inovação e promover uma mudança de mentalidade nas organizações. Thalita Pereira, trouxe reflexões profundas sobre a importância de resgatar referências ancestrais, especialmente no campo da tecnologia. Durante a entrevista a engenheira química ela enfatizou a necessidade de da construção de modelos que nos são impostos pela sociedade, destacando “nós seremos os ancestrais de amanhã” e que nosso posicionamento hoje impacta as gerações futuras.
Quando questionada sobre como resgatar essas referências, Thalita abordou o afastamento proposital das referências africanas e da diáspora, mencionando que o primeiro passo para a reconexão é estar em comunidade. “É preciso buscar estar em comunidade com os nossos, para nos entendermos e enxergarmos nesse espaço a troca de experiências e vivências dentro dessas comunidades ajuda a reencontrar essas referências quase que de maneira natural. No campo da tecnologia muitas vezes somos ensinados a acreditar que a tecnologia é algo branco, já que as referências apresentadas são majoritariamente eurocêntricas, a tecnologia sempre fez parte da ancestralidade africana e que ao repensar o conceito de tecnologia, podemos perceber que ela é muito mais plural” afirma Thalita
Entre o público que estava presente, a advogada Mariza Sales, elogiou o painel, destacando o impacto das quatro empresárias ao trazerem suas experiências para o debate. Segundo Mariza, foi gratificante ver tantos empreendedores se reconhecendo nas histórias compartilhadas. “Foi maravilhoso ver tantas pessoas que estão nessa busca por empreender se reconhecendo nas falas delas”, disse Mariza.

“A tecnologia não é só o fazer que ensinam pra gente, ela acompanha nossos processos e nosso progresso. A diferença está no propósito para o qual ela é criada”, disse Thalita.
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Giulia Karol – 4° Período





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