Instituído pela Assembléia Mundial de Saúde, o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 01/12, foi formalizado a partir de 1987, década marcada pela expansão do HIV, que naquela época atingiu 30 mil mortos pelo mundo todo.
A AIDS assombrou toda uma geração e estigmatizou os indivíduos que tiveram contato com o vírus. A sociedade não tinha informações sobre a doença, o que mergulhou a sociedade dos anos 80 e 90 numa espiral de medo e preconceito, onde a segregação era evidenciada dia após dia, enquanto a sentença de morte dada pela contaminação só aumentava.
O avanço da medicina ressignificou esse cenário e a geração Z, criada na era da informação, lida com a infecção de forma diferente da geração de seus pais e avós com a doença. Se por um lado a evolução dos meios de detecção e tratamento removeram a aura de morte eminente, por outro, justamente por esses avanços a geração atual parece minimizar os efeitos dos vetores de trasmissão, principalmente no que tange às relações sexuais desprotegidas, adotando uma postura permissiva e desatenta.
A Agência UVA Barra apresenta o minidocumentário “A AIDS em 2023: uma visão multidisciplinar”, onde profissionais da saúde analisam como a doença se apresenta nos dias de hoje, bem como a geração atual a encara. Confira:
Vitor Luiz Leite — 2° Período






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