O país está entre os três primeiros colocados em procedimentos estéticos não cirúrgicos
A autoestima está diretamente relacionada ao bem-estar, assim, para mantê-la muitas pessoas recorrem a procedimentos estéticos que alteram e podem melhorar a aparência do indivíduo. O Brasil está atualmente em terceiro lugar no ranking mundial de procedimentos estéticos não cirúrgicos, que são muito procurados pela facilidade de realização e mais baixos custo se comparados aos procedimentos cirúrgicos, o mais procurado é a harmonização facial, que compreende realização de processos injetáveis com botox (toxina botulínica), preenchimento (ácido hialurônico) e bioestimulador.
As pessoas buscam a harmonização facial como tratamento para rejuvenescer a pele, aumentar partes do rosto que julgam pequenas e todo este processo se resume a busca dá boa autoestima. Porém, quando alguns pontos são excedidos, muitas não gostam do resultado e acham-se irreconhecíveis e sem expressões normais. A boa notícia é que esse procedimento pode ser reversível.
Para Vera Bernardo, moradora do Rio de Janeiro, de 57 anos, os procedimentos não foram 100% satisfatórios, ao fazer botox. “Fiz para melhorar minhas linhas de expressão, chega uma idade que precisamos disfarçar as rugas, mas acredito que uma aplicação perto da região da minha boca fez com que o meu sorriso mudasse e isso me incomodou bastante, parecia que eu estava com a boca presa, mas precisei esperar o tempo passar e a toxina perder o efeito, foram uns 2 meses sorrindo forçado”.
Segundo a cirurgiã dentista Letícia Medeiros, que faz a harmonização, o procedimento consiste em um conjunto de técnicas minimamente invasivas para melhorar a assimetria facial. “A técnica é não cirúrgica e é usada a toxina botulínica, preenchedores e fios faciais para manter a essência natural do rosto”.
Leticia ainda complementa que “a toxina botulínica e os preenchedores são os procedimentos mais procurados, tanto por homem quanto por mulheres. A primeira melhora as expressões faciais, paralisando rugas, rejuvenescendo a face, e a segunda desenvolve volume em regiões como olheiras fundas, quando preenchemos, resolvemos a profundidade, deixando um aspecto melhor no rosto do paciente”.
A profissional explica mais detalhes sobre os procedimentos, e acredita que a pandemia da Covid-19 tem relação direta com o crescimento da procura por tratamentos estéticos. Confira o áudio abaixo:
Adriana Figueira, de 28 anos, faz procedimentos estéticos há pelo menos 5 anos e se sente muito melhor com eles. “Sinto-me totalmente realizada quanto a isso, faço botox todo ano, já fiz preenchimentos, mas não tenho uma rotina de preencher como minha rotina anual de botox. Faço há 5 anos e não consigo mais viver sem, porque melhorou absurdamente minha autoestima”.
Vinicius Zakhm – 7° período









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